Não aguento mais esse cara! Não dá mais!

Eu não aguento mais esse cara! Não dá mais!

Não aguento mais ele falando a mesma coisa! Sempre a mesma coisa!
Eu só ouço “brudimais”, “brutalidade aflorando”, “sem fingimento”, “quer ser feio?”, “tem isso sim”, “chá de selim”… Eu não aguento mais tudo isso!

Todos o imitam, todos fazem como ele, falam como ele, todos querem ser ele. Sim, porquê quando imitamos um ídolo, é porque temos afinidade suficiente para queremos ser um pouco dele. Queremos ter um pouquinho dele em nós.

Há alguma ciência nesse cara?

O cérebro humano aprende somente por duas formas: repetição ou emoção. E ele repete tanto a mesma ladainha que nós acabamos contaminados pela sua energia, sua alegria, sua disposição, sua força. É como se ele pudesse mover montanhas com sua fé, sua intensidade, sua energia, seu suor e suas vitórias.

Pela emoção, ele acorda a “brutalidade” adormecida em nós, sem fingimento, nos motiva a sair para pedalar, correr, remar, sonhar…

Vejo amigos que pedalam muito, outros mais ou menos, alguns não pedalam nada, e todos foram contaminados pelo “brou-brutalismo”. E agora se esforçam para serem menos estáticos, menos parados, menos preguiçosos, a se levantarem do sofá.

Todos agora não querem mais fingir, não querem mais deixar a brutalidade adormecida e estão fazendo ela aflore. Tem isso sim! SIM!

Todos agora querem babar, querem sentir gosto de sangue na garganta, terem suas vistas embaralhadas. Não fingem mais, porque agora são brutos, porque vão de encontro aos seus sonhos. E se você vai de encontro aos seus sonhos, seus sonhos virão de encontro à você, assim ele profetiza.

O cara apenas não pára, continua em frente

Ele é humilde demais para afirmar que é o melhor, acha que sempre haverão atletas melhores que ele. Talvez ele não queira ser o melhor, nunca. Quer para sempre esse sofrimento, quer a busca constante da brutalidade, quer vencer algum adversário interior que talvez nem conheça.

Mas não se importa, não faz questão de saber, apenas não finge, apenas segue em frente, sempre em frente. Ele “passa a visão” de seu caminho, mostra que é real, que seus sonhos estão logo ali na frente.. Não importa a distância, ele está indo buscar.

Ele é arrogante, é atirado. Chegou aos pés de Jesus Cristo e perguntou: O Senhor que ser feio? E ele mesmo respondeu: não, ele não quer ser feio, disse que não.

Qual é o limite do Brou Bruto Drews? Qual é o limite para buscar seus sonhos. Quando ele parará com todo esse mimimi repetitivo? Espero que nunca. Todos esperam que nunca.

Ele agradece, ele motiva, e diz que se sente agradecido e motivado por agradecer e motivar. É um ciclo vicioso, é para sempre, é infinito.
E sabem por quê? Porque “o sonho nunca acaba!”

Visitem a página do mala! https://www.facebook.com/broubrutodrews/

Obrigado, Brou!
BRUDIMAIS!!!! 😀

Por Fabio Santos.

Fabio Santos
Graduado em Comunicação Social & Marketing, mecânico de bicicletas, curioso, perfeccionista e muito chato. Desenvolvedor de produtos para o mercado de bicicletas, amante das bicicletas e toda a mecânica e tecnologia que envolve essas maravilhosas máquinas. Fundador da Revista BikeUP e do Gravel.one.